Descrição
A atual organização contemporânea do capitalismo, representada pelo modo de acumulação centralizado na esfera das finanças, promoveu a subordinação do aparato produtivo e da reprodução social ao rentismo. O livro discute a sua face mais cruel, a financeirização do cotidiano no Brasil, o endividamento das famílias mais vulneráveis da sociedade e beneficiárias das políticas sociais. São analisadas as consequências da financeirização das políticas de Previdência Social, Assistência Social, Saúde, Educação e Habitação, agora transformadas em ativos e mercantilizadas, eliminando seu papel redistributivo e promovendo a inclusão social via crédito.